
Apesar do domínio avassalador, com 69% de posse de bola e 24 finalizações, o Athletic Club não conseguiu furar a defesa do Alavés e ficou no 0 a 0. Um gol foi anulado no segundo tempo.
Redação Pé Descalço
Redator
Mais de Copa do Mundo no Pé Descalço
Resultados, notícias e cobertura num só lugar.
Modo Escuta • 3 min
Cadastre-se grátis para ouvir a matéria.
Pois é, amigo torcedor que entende de bola, o que parecia um passeio para o Athletic Club em casa, contra o Alavés, virou um daqueles jogos de "se o futebol fosse justo...". O placar final marcou 0 a 0, mas a história da partida foi bem diferente do que os números finais sugerem.
Olha só, o Athletic teve 69% da posse de bola, uma verdadeira avalanche! Foram nada menos que 24 finalizações, com 6 delas indo na direção do gol. Seis finalizações no alvo e nenhuma entrou? Isso aí é coisa de azar, meu amigo. Do outro lado, o Alavés, com apenas 31% de posse de bola, deu 2 finalizações, nenhuma no gol, e o goleirão deles foi o grande destaque com 6 defesas. É mole?
O primeiro tempo já indicava esse domínio, terminando em 0 a 0. Mas a esperança acendeu na segunda etapa, quando aos 70 minutos, Oihan Sancet balançou as redes para o Athletic Club. A alegria, porém, durou pouco, pois o gol foi anulado – e isso, meu amigo, é um balde de água fria que muda qualquer jogo. Logo depois, aos 71, Iñigo Ruiz De Galarreta levou um cartão amarelo, mostrando a frustração que começava a tomar conta do time da casa.
As substituições foram muitas para ambos os lados, cinco para cada, na tentativa de mudar o panorama. Jesus Areso entrou para o Athletic no intervalo, e depois Maroan Sannadi e Alex Berenguer vieram para dar um gás. No Alavés, Toni Martínez e Youssef Enriquez tentaram segurar a bronca. Mas nada de gols valendo. O Athletic ainda teve Jesus Areso amarelado nos acréscimos, aos 90+3, fechando uma noite que, para eles, foi mais de frustração do que de um simples empate.
O Athletic Club cometeu 14 faltas e teve 5 escanteios, enquanto o Alavés fez 13 faltas e apenas 1 escanteio. Os números confirmam a pressão de um lado e a postura defensiva do outro. Fica a lição de que futebol é assim, não basta criar, tem que botar pra dentro. Faz parte, amigo. É levantar a cabeça e pensar no próximo desafio.
Seus artigos salvos
Acesse tudo o que marcou para ler depois num só lugar.
Redação Pé Descalço
Redator
Conteúdo editorial do Pé Descalço.
Faça login para comentar